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“Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder publico e à coletividade o dever de defendê-lo e preserva-lo para os presentes e futuras gerações.”
  Constituição Federal 1988

A forma moderna da civilização que por um lado inspira satisfação com os avanços tecnológicos, pelo outro é drástica quando nos atemos a qualidade do ambiente em que vivemos, seja ele natural, urbano ou socia. No resgate dos conhecimentos ancestrais, aprendemos das diversas relações humanas com a natureza. Várias civilizações antigas viviam de forma harmoniosa e sustentável, onde as relações sociais e ambientais ocorriam sem desgastes. Como conceito da forma de relação equilibrada e harmoniosa tem-se a “Sustentabilidade”, que passa necessariamente pela harmoniosa relação homem-meio ambiente.

Quando se referem ao Meio Ambiente logo se imagina o lugar onde vivemos, o local onde habitam os homens e os outros seres vivos, ou ainda como sendo apenas a natureza. Entendendo o meio ambiente desta forma, temos uma visão reducionista sobre o seu significado, uma visão fragmentada, onde o conhecimento foi dividido em partes e muitas vezes estas partes não se relacionam. Esta separação não existe claramente no mundo, é apenas criação do homem.

Quando inspiramos, recebemos vitalidade por parte do ambiente e quando expiramos devolvemos a vitalidade ao mundo. Esta troca é constante e necessária a ambos. Devemos entender toda complexidade que envolve o Meio Ambiente, ou seja, compreendê-lo, de forma holística, onde todas as partes ou aspectos que o compõem estão em constantes relações de interação. Os aspectos, físicos, biológicos, econômico, político e cultural são interdependentes. Compreendendo estas relações e esta dependência entre seus aspectos, traremos a tona uma noção maior do que seja Meio Ambiente.

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